CIDADANIA ITALIANA JUDICIAL

O ESQUEMA BILIONÁRIO

COYOTES DO FACEBOOK

ADVOGADOS ITALIANOS

VOCÊ SABE QUEM SÃO OS REAIS PROPRIETÁRIOS DESSES GRUPOS DE CIDADANIA ITALIANA NO FACEBOOK E WHATSAPP E PORQUE ELES EXISTEM?

Receita Federal do Brasil

A Receita Federal do Brasil (RFB) é o órgão responsável pela administração tributária e aduaneira da União. Vinculada ao Ministério da Fazenda, atua na arrecadação, fiscalização e controle dos tributos federais, além de exercer funções relacionadas ao comércio exterior, às operações aduaneiras e ao cumprimento das obrigações fiscais no país.

Sua atuação inclui fiscalizar contribuintes, analisar declarações e movimentações patrimoniais, identificar indícios de sonegação e fraude fiscal, controlar importações e exportações e acompanhar operações com repercussão tributária, inclusive aquelas que envolvam remessas, pagamentos ou patrimônio mantido no exterior. Quando são constatados indícios de irregularidades ou ilícitos, podem ser adotadas as providências administrativas cabíveis e realizadas comunicações aos órgãos competentes.

A Receita Federal exerce papel essencial no combate à sonegação, fraude fiscal, contrabando, descaminho e outras irregularidades tributárias e aduaneiras, trabalhando também de forma integrada com outros órgãos públicos quando a legislação permite o intercâmbio de informações e a atuação conjunta.

O que é o COAF

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) é a Unidade de Inteligência Financeira do Brasil. Vinculado administrativamente ao Banco Central, possui autonomia técnica e operacional e atua na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e a outros ilícitos de natureza financeira. Sua função central é receber, analisar e cruzar informações sobre operações financeiras suspeitas, produzir inteligência financeira e, quando identifica indícios relevantes de crime ou de outra irregularidade, comunicar as autoridades competentes para as providências cabíveis. O COAF foi criado pela Lei nº 9.613/1998, conhecida como Lei de Lavagem de Dinheiro, e também exerce funções de supervisão sobre determinados setores econômicos sujeitos às regras de prevenção à lavagem de dinheiro.

POSSÍVEL LAVAGEM DE DINHEIRO, SUPOSTA FRAUDE FISCAL, E EVENTUAL EVASÃO DE DIVISAS A SEREM APURADAS PELO GOVERNO BRASILEIRO E ITALIANO, EM COOPERAÇÃO

OS NEGÓCIOS FEITOS NO BRASIL COM EMPRESAS E CIDADÃOS ÍTALO-BRASILEIROS COM AJUDA DE COYOTES E O PERFIS FALSOS QUE CONTROLAM O MERCADO EM GRUPOS DE FACEBOOK, PODE CHEGAR A 40 MI.LHOES DE REAIS.

E , ANDA, HÁ A SUSPEITA, E SOMENTE AS AUTORIDADES PODERÃO CONFIRMAR, QUE NUNCA FORAM SUPOSTAMENTE EMITIDAS NOTAS FISCAIS NO BRASIL.

O AVV. SCARPELLI PEDIRÁ RIGOROSA INVESTIGA;ÇAO DOS ÓRGÃOS DE FINANÇA EM BRASÍLIA E COLABORAÇÃO COM O GOVERNO ITALIANO VIA GUARDIA DI FINANZA E QUESTURA, PARA RASTREAR AS REMESSAS E O CAMINHO DO DINHEIRO.

SCARPELLI PEDIRÁ INVESTIGAÇÃO E QUEBRA DE SIGILO BANCÁRIO E FISCAL DE LA MALFA DESDE 2018, ATÉ MESMO PORQUE A PRÓPRIA COLEGA ITALIANA PROPAGOU VÁRIAS VEZES SER RESPONSÁVEL POR MAIS DE 6 MIL PROCESSOS.

DE ACORDO COM O AVV. LUIZ SCARPELLI: "O VALOR PODE CHEGAR A 40 MILHÕES DE REAIS, EU PENSO QUE SE NAO ESTÁ NO BRASIL, TEM DE TEM SIDO ENVIADO E ESTAR NA ITÁLIA, QUE É O PAÍS ONDE ELA ESTÁ INSCRITA NA ORDEM DOS ADVOGADOS E EXERCE SUA ATIVIDADE PROFISSIONAL.

SE OS VALORES RECEBIDOS NA LAVANDERIA BRASIL-ITALIA DA CIDADANIA ITALIANA JUDICIAL N!ÃO FORAM DECLARADOS NO BRASIL E NEM NA ITÁLIA E SUPOSTAMENTE NÃO FORAM EMITIDAS AS DEVIDAS NOTAS FISCAIS, O PROBLEMA NÃO É MEU, AFIRMA SCARPELLI, EU SÓ MARQUEI O ENCONRTRO DELA COM AS AUTORIDADES.

SERÁ MUITO FÁCIL APURAR, EU ESTOU ORIENTANDO AS AUTORIDADES A NOTIFICAREM TODOS OS 26 TRIBUNAIS NA ITÁLIA QUE JULGAM PROCESSOS DE CIDADANIA ITALIANA  PARA LEVANTAREM O NÚMERO DE AÇÕES POR ELA DEPOSITADAS.

LA MALFA BRADA AOS 7 VENTOS TER ENTRE 6, 7 OU 8 MIL PROCESSOS, SE A NOBRE COLEGA COBRAVA DE 15 A 20 MIL POR AÇÀO, NO MÍNIMO, E MUITAS VEZES ATÉ MAIS, BASTA FAZER AS CONTAS, ISSO DARIA ALGO EM TORNO DE 140 MILHÕES DE REAIS POR ELA MOVIMENTADOS. MAS PARA SER MODESTO, VAMOS IMAGINAS QUE TENHA SIDO TRES VEZES MENOS: SOMENTE 40 MILHÕES.

DEIXEMOS QUE AS AUTORIDADES BRASILEIRAS E ITALIANAS CUIDEM DE TUDO, PORQUE EU ESTUDEI O CASO COM COLEGAS BRASILEIROS ESPECIALISTAS EM DIREITO TRIBUTÁRIO E CHEGAMOS A CONCLUSÃO QUE HÁ SIM O DEVER DE TRIBUTAR NO BRASIL, PORQUE APESAR DE SEREM NEGÓCIOS VIRTUAIS VIA SISTEMA DIGITAL, OS AGENCIADORES E OS CAPTADORES DELA QUE CONTROLAM GRUPOS DE FACEBOOK TRABALHAVAM EM AMBIENTE FREQUENTADO POR BRASILEIROS, MESMO QUE VIRTUAL, QUE VIVEM NO BRASIL, AS TRATATIVAS ERAM EM PORTUGUÊS, FORAM FEITOS EVENTOS NO BRASIL COM A PRESENÇA DA COLEGA CAPTANDO NEGÓCIOS PESSOALMENTE TAMBÉM EM SOLO BRASILEIRO.

TODAS AS PLATAFORMAS NAS FREDES SOCIAIS QUE ELA FECHOU NEGÓCIOS SÃO HOSPEDADAS NO BRASIL, ADMINISTRADAS COM IP SEDIADO E DOMICILIADO NO BRASIL E TODOS OS CLIENTES QUE A CONTRATARAM SÃO BRASILEIROS.

DE QUALQUER FORMA HÁ TAMBÉM A HIPÓTESE DE TRIBUTAÇÃO NOS DOIS PAÍSES OU ATÉ SOMENTE NA ITÁLIA. ENTRETANTO, DE ACORDO COM ESPECIALISTAS QUE ME AJUDARAM A ESTUDAR O CASO, OS TRIBUTOS A SEREM PAGOS OU QUE ELA DEVERÁ PROVAR QUE PAGOU E MOSTRAR AS GUIAS QUITADAS ÀS AUTORIDADES, BEM COMO AS MILHARES NOTAS FISCAIS EMITIDAS COM DATA RETROATIVA, E O SUPOSTO DÉBITO FISCAL COM MULTAS, PENALIDADES, SANCÕES, JUROS E CORREÇÃO, PODE CHEGAR A 15 MILHOES DE REAIS. NÃO VEJO PROBLEMA ALGUM, JÁ QUE A COLEGA SE AUTO-INTITULOU A BARONESA DA CIDADANIA ITALIANA JUDICIAL MAS PODE SER QUE TENHA ESQUECIDO DE RECOLHER OS TRIBUTOS, PORQUE ESTAVA COM MUITO TRABALHO E SEM TEMPO. ENFIM, BASTA PAGAR AGORA., FAZER UM CHEQUE OU UM PIX. NO FIM, EU ESTOU AJUDANDO ELA A FICAR COM TUDO 100% EM DIA.

EU ESTOU MUITO FELIZ POR TER FEITO O MEU PAPEL DE CIDADÃO BRASILEIRO, AFINAL DE CONTAS TENHO ORGULHO DA MINHA PATRIA E AMO SER BRASILEIRO.

ME LEMBRO DE UM EPISÓDIO, TODAS AS PESSOAS QUE ESTAVAM, PRESENTES TAMBÉM SE LEMBRARÃO, LA MALFA DISSE: "BRASILEIROS SÃO IGUAIS CACHORROS, PRECISAM SER ADESTRADOS". 

É COLEGA, PARECE QUE ESSE CACHORRO VIRA-LATA AQUI, QUE VOCÊ PERSEGUE NOITE E DIA NAS REDES SOCIAIS COM A SUA MILÍCIA DIGITAL NO FACEBOOK PARA ROUBAR E ACHACAR CLIENTES DE COLEGAS, VOCÊ NAO CONSEGUIU ADESTRAR ... MUITO BEM.

Dezenas de milhares de ítalo-brasileiros utilizam diariamente grupos de Facebook, WhatsApp e outras comunidades digitais e ambientes virtuais dedicados à cidadania italiana. Neles, pessoas procuram informações, pedem indicações de profissionais, relatam experiências, compartilham dúvidas e, muitas vezes, tomam decisões que podem envolver milhares de reais e consequências jurídicas relevantes. Mas uma questão fundamental raramente é discutida:

 a) quem controla esses ambientes, quem decide o que pode ser publicado e o que não pode ser publicado, e quais interesses existem por trás da seleção do conteúdo que chega ao público?

b) as pessoas que controlam o grupo,, os chamados administradores que são moderadores, atuam na área, prestam serviços no setor, são donos de empresas ou assessorias que também prestam serviços?

c) Esses administradores e sua rede de apoiadores dentro dos grupos, indicam no ambiente virtual profissionais que prestam serviços, se auto indicam ou indicam advogados italianos que atuam na Itália com cidadania italiana judicial?

d) as centenas de milhões de reais movimentados dentro dos grupos de Facebook por captadores que comercializam e agenciam  serviços advocatícios para advogados italianos enviaram eletronicamente e digitalmente os valores pactuados com para a Itália? Para outros países da Europa? Para paraísos fiscais? 

e) as remessas dessas centenas de milhões de reais foram declarados à receita federal no Brasil e tal movimentação volumosa é de conhecimento do COAF? Ao pagarem honorários aos advogados italianos agenciados no Brasil, qual tipo de nota fiscal foi emitida por eles no Brasil? Ou foi emitida nota fiscal italiana? Ou não foi emitida qualquer nota fiscal de serviços?

Uma coisa é certa e ninguém discorda: o dinheiro existe, já que foram ajuizadas nos tribunais italianos no mínimo 100.000 (cem mil) ações de cidadania italiana com um montante médio de desembolso com a ação e toda preparação por parte das famílias de ao menos 30.000 a 50.000  mil reais cada, totalizando um média real de movimentação financeira de 4 bilhões de reais. Pra onde foi todo esse dinheiro? onde foi tributado? Onde foi declarado? como foi enviado?

Quando um grupo se apresenta, direta ou indiretamente, como espaço de informação gratuita, orientação ou ajuda sem interesse econômico, a transparência deveria ser um princípio essencial e não se sabe nada sobre as pessoas que administram esses grupos, inclusive o maior grupo de cidadania italiana, o ÁREA LIVRE, é administrado há anos por um perfil falso: 

1. Não há dúvida alguma, e todos sabem com clareza, que há controle do mercado controlado por falsos grupos de ajuda no Facebook, conhecidos como rede de pesca, com favorecimento de parceiros e destruição da reputação de concorrentes potenciais, diariamente.

2. Um dos problemas centrais é o volume descomunal e multimilionário de dinheiro que circula dentro dos grupos, com repasse de honorários a advogados italianos,, montadores de pastas, tradutores, buscadores de documentos, etc,l sem a emissão de uma única nota fiscal ao governo brasileiro, já que todas as transações são em sua esmagadora maioria feitas com brasileiros residentes no Brasil, sendo este inclusive o local onde estão os IP's dos computadores que administram os grupos e onde estão cadastrados seus endereços de residência. Não preciso observar que o idioma falado é o português, já que 99,99% das pessoas presentes, em grupos de 10 a 300 mil pessoas são brasileiros e residem no Brasil.

A LAVANDERIA ITALIANA NO BRASIL

4 BILHÕES DE REAIS

ALGUMAS PERGUNTAS QUE PRECISAM SER FEITAS, MERECEM RESPOSTAS URGENTES. AFINAL DE CONTAS QUEM COMANDA E COMO ATUAM OS RESPONSÁVEIS PELAS LAVANDERIAS NO BRASIL DA CIDADANIA ITALIANA JUDICIAL?

1. QUEM SÃO OS ADMINISTRADORES DESSES GRUPOS?

Quem são, efetivamente, as pessoas responsáveis pelos maiores grupos de Facebook dedicados à cidadania italiana?

Qual é o nome real de cada administrador e moderador?

Qual é sua atividade profissional?

Atuam profissionalmente no mercado da cidadania italiana?

Possuem empresas, assessorias, consultorias, agências ou relações comerciais com profissionais ou empresas anunciadas ou recomendadas nesses ambientes?

Quando um grupo reúne dezenas de milhares de pessoas e exerce influência sobre decisões patrimoniais e jurídicas de seus integrantes, conhecer quem administra esse ambiente deixa de ser uma curiosidade e passa a ser uma questão legítima de transparência.

2. QUAL É, NA PRÁTICA, A AJUDA PRESTADA AO PÚBLICO NOS GRUPOS DE CIDADANIA ITALIANA NO FACEBOOK QUE COTROLAM O MERCADO?

Esses grupos se apresentam como comunidades destinadas a ajudar pessoas interessadas em cidadania italiana.

Mas qual é, concretamente, a assistência oferecida?

O conteúdo publicado é predominantemente educativo e imparcial?

As informações jurídicas são fornecidas por profissionais habilitados?

Existem critérios públicos para indicação de empresas, assessores, consultores e advogados?

Há algum mecanismo de verificação prévia das pessoas e empresas recomendadas?

Ou o participante simplesmente recebe nomes e indicações sem conhecer quem está por trás daquela recomendação?

Todos os profissionais que atua no mercado da cidadania tem o mesmo= espaço, tanto para receber críticas, quanto para receber elogios?

3. POR QUE ESSAS PESSOAS ADMINISTRAM ESSES AMBIENTES HÁ TANTOS ANOS?

Alguns desses grupos existem há muitos anos e alcançaram comunidades extremamente numerosas.

É legítimo perguntar:

por que seus administradores dedicam tantos anos à gestão diária dessas estruturas?

Trata-se de trabalho voluntário?

Atividade social?

Projeto pessoal?

Atuação profissional?

Existe alguma relação econômica direta ou indireta com empresas ou profissionais do setor, com ganhos de comissões, favorecimento e tratamento diferenciado?

Não há qualquer irregularidade no fato de uma pessoa exercer atividade comercial e simultaneamente administrar uma comunidade digital sem fins lucraticvos?

O problema surge quando essa relação existe e não é claramente apresentada ao público que confia nas informações, indicações e recomendações do grupo.

4. QUEM SÃO OS PERFIS QUE PARTICIPAM SISTEMATICAMENTE DE ATAQUES PESSOAIS?

Outra questão merece atenção.

Quem são, efetivamente, as pessoas titulares dos perfis que aparecem sempre e reiteradamente em publicações, comentários e discussões dirigidas contra o advogado Luiz Scarpelli?

São consumidores identificados?

São profissionais do mesmo mercado?

São captadores de concorrentes?

São concorrentes?

São pessoas vinculadas a empresas de assessoria?

São perfis autênticos ou existem contas cuja identidade não é publicamente verificável, como perfil sem foto e gravuras de bandeira da itália, animais, etc?

Quando determinadas contas passam anos participando reiteradamente de discussões envolvendo a mesma pessoa ou empresa, a análise deixa de envolver apenas uma manifestação isolada e passa a exigir a compreensão do contexto, da recorrência e das eventuais relações existentes entre os participantes.

5. POR QUE AS ACUSAÇÕES CONTRA LUIZ SCARPELLI ATINGEM TAMANHA GRAVIDADE?

Também chama atenção a natureza das expressões utilizadas em determinadas publicações e comentários. Não se trata apenas de críticas ao serviço prestado. Em diferentes situações aparecem acusações extremamente graves, utilizando expressões como:

“golpista”, “ladrão”, “bandido”, “estelionatário” e “falso advogado”.

Palavras dessa natureza não constituem simples manifestação de insatisfação. Dependendo do contexto, da existência ou inexistência de provas e da forma de divulgação, podem produzir consequências jurídicas relevantes nas esferas civil e criminal.

A liberdade de expressão protege a crítica. Ela não transforma automaticamente uma acusação de crime em opinião protegida e em verdade absoluta.

E nesses casos foi garantido pelo grupo à pessoa acusada publicamente o direito de resposta no grupo, no mesmo espaço decicado ao massacre publico de reputação?

6. POR QUE DETERMINADOS CONTEÚDOS PERMANECEM PUBLICADOS?

Outra pergunta merece resposta.

Por que publicações contendo acusações extremamente graves contra Luiz Scarpelli permanecem disponíveis durante longos períodos, até por muitos anos e às vezes são até afixadas no topo do post para todos verem como destaque?

Por que recebem centenas de comentários, compartilhamentos e novas acusações sem qualquer intervenção dos responsáveis pela moderação?

Por que conteúdos dessa natureza conseguem circular entre diferentes comunidades, alcançando dezenas de milhares de pessoas em poucos minutos?

Administradores de grupos possuem regras.

Possuem ferramentas de moderação.

Removem publicações.

Bloqueiam participantes.

Limitam comentários.

Portanto, quando determinado conteúdo permanece acessível durante meses ou anos, é legítimo perguntar:

qual foi o critério utilizado para permitir sua permanência?

7. O MESMO CRITÉRIO É UTILIZADO PARA TODOS?

A questão se torna ainda mais importante quando participantes relatam tratamento diferente para conteúdos envolvendo outros profissionais ou empresas do mercado.

Quando um consumidor publica crítica ou denúncia contra uma assessoria, consultoria, agência ou profissional indicado dentro desses ambientes, o conteúdo recebe o mesmo tratamento?

Permanece publicado? É investigado? A empresa mencionada recebe direito de resposta? Ou determinados conteúdos são removidos enquanto outros permanecem indefinidamente disponíveis?

Se existem regras de moderação, elas devem ser aplicadas com critérios objetivos e transparentes. A pergunta central é simples:

AS mesmas regras são realmente aplicadas a todos e todos recebem o mesmo tratamento nesses ambientes?

8. ONDE ESTÃO AS DENÚNCIAS SOBRE OS DEMAIS PROBLEMAS DO MERCADO?

A cidadania italiana movimentou, durante muitos anos, uma extensa cadeia de serviços:

assessorias, consultorias, genealogistas, empresas de documentação, intermediários, profissionais jurídicos e estruturas especializadas em reconhecimento administrativo e judicial.

Ao mesmo tempo, investigações e reportagens jornalísticas publicadas ao longo dos anos relataram diferentes modalidades de fraude relacionadas ao setor, inclusive irregularidades documentais, falsas residências, corrupção, investigações policiais, prisões de assessores e servidores públicos na Itália,  escândalos e outros episódios que alcançaram repercussão pública em toda a imprensa italiana.. Diante disso, surge uma questão inevitável:

Onde estão, dentro dos grandes grupos de cidadania italiana, os arquivos organizados sobre esses casos?

Onde estão as reportagens que saíram na imprensa sobre esses escândalos?

Onde estão os alertas permanentes ao consumidor?

Onde estão as discussões sobre empresas, intermediários ou profissionais eventualmente envolvidos em fatos comprovadamente documentados?

Se a finalidade dessas comunidades é proteger e orientar o público, esse tipo de informação deveria possuir enorme relevância.

9. POR QUE UM ÚNICO PROFISSIONAL APARECE RECORRENTEMENTE COMO ALVO?

Em um mercado internacional composto por milhares de profissionais e empresas, causa estranheza quando o debate negativo de determinados ambientes digitais passa a se concentrar reiteradamente sempre sobre a mesma pessoa.

Luiz Scarpelli atua na advocacia italiana desde 2018 e possui atuação judicial documentável perante tribunais italianos com quase 500 sentenças procedentes, tendo realizado os sonhos de mais 10 mil clientes com processos judiciais por ele conduzidos na Itália.

Independentemente de qualquer crítica legítima que possa existir em relação a determinado serviço ou processo, é razoável questionar:

por que seu nome aparece repetidamente como alvo enquanto inúmeros outros episódios relevantes envolvendo o mercado e advogados italianos, recebem exposição incomparavelmente menor ou nenhuma exposição, sendo que passam pelos mesmos problemas de atuação perante o poder público na Itália? Crítica é legítima. Fiscalização pública também.

Mas concentração sistemática de conteúdo negativo contra uma única pessoa merece análise quando coexistem possíveis interesses profissionais, comerciais ou concorrenciais dentro do mesmo ambiente.

10. QUEM INDICA OS PRESTADORES DE SERVIÇO?

Grande parte do mercado da cidadania italiana funciona atualmente de maneira digital.

O cliente brasileiro pode contratar uma empresa localizada em outro Estado, outro país ou até mesmo uma estrutura inteiramente virtual.

Por isso, quando um grupo recomenda determinado prestador de serviço, algumas informações deveriam ser facilmente acessíveis:

  • razão social e CNPJ, quando aplicável;

  • nome dos responsáveis pela empresa;

  • endereço ou sede declarada;

  • atividade econômica;

  • identificação dos profissionais responsáveis;

  • registro profissional, quando a atividade exigir habilitação;

  • eventual relação comercial entre o prestador indicado e administradores ou moderadores do grupo.

  • se há pagamento de comissões por indicação

Se existe indicação comercial, deve existir transparência.

11. EXISTE CONFLITO DE INTERESSES?

Esta talvez seja uma das perguntas mais importantes.

Administradores ou moderadores desses ambientes possuem relação profissional, comercial, societária ou econômica com empresas de cidadania italiana?

Recebem por publicidade?

Geram clientes a eles?

Indicam assessores?

Participam de empresas do setor?

Prestam serviços diretamente?

Deixam o espaço livre para captação por empresas parceiras?

São sócios ocultos de empresas e agencias de cidadania italiana?

Recebem comissão, remuneração ou algum benefício pelas indicações realizadas?

A existência de relação comercial, por si só, não representa irregularidade.

O ponto fundamental é outro:

o público sabe que essa relação existe antes de confiar na recomendação recebida?

Transparência significa permitir que cada participante saiba quem está fornecendo a informação e quais interesses podem existir por trás dela.

12. QUEM FISCALIZA QUEM DIZ ESTAR AJUDANDO PARA QUE ESSA PESOAS NÃO UTILIZE DA COMUNIDADE PARA INDICAR EMPRESAS E ADVOGADOS E GANHAR ELEVADAS COMISSÕES DESESTABILIZANDO O GRUPO SILENCIOSAMENTE E CAUSANDO DESEQUÍBRIO ENTREA AS EMPRESAS E PROFISSIONAIS PARTICIPANTES?

Administrar uma comunidade digital com dezenas ou centenas de milhares de participantes representa poder de influência.

Uma publicação pode destruir uma reputação.

Uma indicação pode gerar centenas de contratos.

Uma exclusão pode impedir uma pessoa de apresentar sua versão.

Uma postagem fixada pode direcionar consumidores durante anos.

Por isso, quanto maior a influência de uma comunidade, maior deve ser o compromisso de seus responsáveis com: transparência, imparcialidade, identificação dos responsáveis, regras claras de moderação, direito de resposta e divulgação de eventuais conflitos de interesse.

A pergunta que permanece é simples:

QUEM CONTROLA QUEM CONTROLA A INFORMAÇÃO?

Este material não pretende impedir críticas, opiniões ou relatos de consumidores. Ao contrário. A crítica legítima deve ser preservada. O consumidor deve ter liberdade para relatar experiências reais, positivas ou negativas.

Mas o mesmo princípio exige que acusações graves sejam acompanhadas de responsabilidade, que diferentes profissionais recebam tratamento equivalente e que comunidades capazes de influenciar milhares de consumidores sejam transparentes quanto à sua administração, aos seus critérios e aos eventuais interesses econômicos existentes.

Informação sem transparência não é orientação.

Moderação seletiva não é imparcialidade.

E liberdade de expressão não significa liberdade para atribuir crimes a alguém sem responsabilidade pelas próprias afirmações.